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O Escravo Romano

28 de ago. de 2023
1 min de leitura

Na Roma Antiga os escravos eram conquistados em guerras ou através de dívidas, os romanos não escravizavam as pessoas de acordo com cor ou etnia, eles negociavam os escravos em processos de guerra ou dívidas internas.


A ESCRAVIDÃO na Roma Antiga se fortaleceu na República e cresceu ainda mais durante o Império. Estima-se que, durante o Império de Otávio, 35% da população era de escravos, o que correspondia a dois milhões de habitantes - é, praticamente, toda população de Belo Horizonte, só para termos uma referência.


Ser um escravizado em Roma significava ter completa redução de diretos, onde se tornavam simples propriedades dos seus donos. Era possível conquistar a liberdade através da ALFORRIA, chamada de Manumissio, onde o proprietário de escravos liberta os seus próprios escravizados. Ainda assim, um escravo liberto não possuía todos os direitos e privilégios dos cidadãos romanos. Convertia-se num homem quase livre: não tinha todos os direitos do homem livre mas suas crianças seriam totalmente livres.


O escravo era um bem possuído e seu dono tinha todos os direitos de sua vida e morte, inclusive ter escravos era símbolo de status social: Quanto mais escravos, mais poderoso. Eles trabalhavam exaustivamente para os seus donos durante todos os dias do ano, exceto nas festividades de dezembro e janeiro.


Catão o Velho, político e escritor da República Romana, dizia: "o escravo deve trabalhar ou dormir".


Existiam 4 tipos de escravos:


ESCRAVO RURAL - executava os trabalhos agrícolas

ESCRAVO MINEIRO - que trabalhava nas minas

ESCRAVO DA CIDADE - eram escravos domésticos

ESCRAVO PÚBLICO - executavam atividades de interesse do bem público, pertenciam ao Estado


Vídeo indicado pelos professores de história do colégio:




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