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A Queda do Império Romano

25 de set. de 2023
2 min de leitura

Atualizado: 25 de set. de 2023


Uma crise interna relacionada aos gastos crescentes do governo com a manutenção de suas inúmeras províncias, o pagamento de funcionarios e de soldados provocou um aumento muito grande nos impostos, o que desvalorizou a moeda, ou seja, o dinheiro de cada pessoa valia cada vez menos. A falta de condições financeiras e a dificuldade em encontrar trabalho foi tornando a vida cada vez mais difícil.


Empobrecidos, os moradores das cidades, por medo de invasões germânicas, se mudaram para o campo, em busca de abrigo e trabalho. O esvaziamento das cidades, com a grande movimentação de pessoas para o campo é chamado de PROCESSO DE RURALIZAÇÃO.






Com o enfraquecimento do exército, o assassinato de imperadores romanos e a anarquia militar, surgiu a necessidade de encontrar uma solução.


Diocleciano foi o imperador que criou a tetrarquia, modelo de governo com 4 imperadores, cada um responsável por uma região do império:

A solução foi eficiente até que os generais do Exército voltaram a disputar o poder após o afastamento de Diocleciano. Anos depois, o imperador Constantino combateu os germanos e mudou a capital de Roma para Bizâncio, que passou a se chamar Constantinopla.


Teodósio também foi um imperador que tentou solucionar o problema, dividindo o Império Romano em duas partes: Império Romano do Ocidente e Império Romano do Oriente.


CRISTIANISMO

Com a crise, os romanos buscavam conforto e esperança, por isso acabaram também procurando respostas em outras religiões, na época em que o cristianismo estava em ascensão. JESUS, o messias, nasceu em Judeia, vilarejo próximo à Jerusalém, que fazia parte do Império Romano na época.


Aos 30 anos, durante o percorria as aldeias para espalhar palavras de amor, compaixão, fé e perdão, ganhando muitos seguidores entre diferentes povos e grupos sociais ao redor de todo o Mediterrâneo. Os pobres, maioria dos primeiros cristãos, buscavam em Jesus a salvação, o paraíso, e o culto ao messias transformou o imperador em um tipo de anti-cristo, o oposto de tudo que Jesus representava.


As autoridades romanas passaram a perseguir Jesus e seus seguidores, assim como à todos que se diziam cristãos. Essa perseguição durou mais 200 anos, com execuções públicas, crucificações e destruição de igrejas, mas de nada adiantou, o cristianismo só crescia até que o imperador Constantino decidiu que era melhor conceder a liberdade ao culto cristão, por meio do ÉDITO DE MILÃO, lei que proíbe a perseguição por motivos religiosos e de fé.


Anos depois, o imperador Teodósio oficializou o cristianismo como religião, passando a ser uma das principais colunas de sustentação do Império, que passou a ser chamado de Império Romano Cristão.



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